sábado, 4 de novembro de 2017

Notícias e Duas Mini-Resenhas

Muita coisa aconteceu desde a última atualização aqui do blog. A primeira e mais empolgante é que as matérias da BC#15 já estão todas prontas, com a edição e revisão já bastante avançada! Sim, isso mesmo, ela já está quase pronta. Mas como novembro vai ser agitado pra mim (e início de dezembro também) ela provavelmente só vai ao ar lá no início de dezembro.

Sobre a Beholder, é só o que eu tinha pra falar mesmo. Já revelei os títulos e assuntos principais, agora é só esperar pra ver o resultado. Mas pra postagem não ficar tão curtinha, resolvi aproveitar o espaço e fazer duas "mini-resenhas" de dois programas que tive a oportunidade de experimentar essa semana e que deve interessar muito ao público nerd/geek. Mas não se preocupem, sem spoilers.

Stranger Things
Se você não sabe o que é Stranger Things, me pergunto em que caverna esteve nos últimos meses? Qualquer nerd que se preze já assistiu pelo menos à primeira temporada. Mas pra quem ainda não conhece, Stranger Things é uma série do Netflix sobre suspense sobrenatural que se passa nos anos 80 e tem como protagonistas um grupo de crianças nerds que gosta de RPG e coisas relacionadas. Só por isso ela já merece nossa atenção. Como se não bastasse, o enredo é muito empolgante e a estória ótima. E o mais legal é que as crianças usam o RPG para explicar tudo o que está acontecendo... e no fim das contas, eles estão certos!
Semana passada estreou a segunda temporada. Eu estava super animado, mas não tanto para fazer maratona. Porém, minha esposa propôs e eu topei, preparamos o terreno para passar a noite assistindo (café, guloseimas e similares) e começamos a assistir às 22h da sexta-feira (foi a hora que conseguimos enfim parar em casa). Ela acabou dormindo, mas eu me empolguei tanto que fiquei até as 07h do sábado assistindo. E não me arrependi!
Quem gostou da primeira temporada, vai adorar a segunda. Ela é um pouco menos surpreendente -- a gente já tem uma noção do que pode vir a acontecer, sabe a coisa ainda vai piorar muito antes de melhorar... mas mesmo assim algumas coisas acabam te deixando apreensivo, eufórico, louco de expectativa! No início eu estava um pouco descontente porque as referências ao RPG pareciam que estavam sendo deixadas de lado -- até que mais para o final os garotos novamente usam o jogo para explicar tudo. E aí você bate na cabeça e diz: "Putz, óbvio, como não me dei conta disso!".
Adorei o final. Não vou dizer como termina, mas vou dizer o seguinte: a série não precisa de uma terceira temporada. Dá pra continuar, claro, mas não é obrigatório -- e aí Stranger Things corre o risco de cair na mesmice, tornar-se cíclico como são a maioria das séries de hoje em dia. Eu, particularmente, adoraria ver outra série com esse estilo, mas tenho medo que continuações constantes acabem tornando a franquia muito repetitiva. Talvez algo como em American Horror Story, onde cada temporada é uma estória independente e em cada uma delas os atores interpretam outros personagens -- afinal, a série se chama Stranger Things (algo como Coisas Estranhas) -- um título genérico que pode dar muito pano pra manga.

Thor Ragnarok
Este eu assisti no final dessa semana. Acompanho os filmes da franquia Marvel desde o primeiro Homem de Ferro e sempre que possível procuro assistir no cinema (mas não em estreias). Mas depois de cerca de 16 filmes desenvolvidos em sequência (se eu não tiver esquecido nenhum) começou a ficar chato assistir sempre a mesma coisa. Não, não estou dizendo que o filme é ruim, só que ele segue o mesmo padrão de todos os outros -- a cada novo filme, um novo supervilão aparece, mais forte que o anterior, mas o herói sempre encontra um jeito de vencer. Thor Ragnarok segue esse padrão -- exceto pelo final, que se diferencia um pouco.
Alguns aspectos melhoraram bastante na franquia, isso há de se dizer. O clima descontraído entre os personagens, as tiradas de sarro, as brincadeiras que destacaram o primeiro Guardiões da Galáxia e Homem-Formiga começaram a se tornar presentes em todos (ou quase todos) os filmes da franquia e com Thor Ragnarok não foi diferente. Volta e meia o cinema todo começava a rir de alguma tirada de sarro ou piada rápida e irônica.
Não gostei muito da explicação de como o Hulk foi parar em outro planeta, achei muito vaga e falha, poderia ter sido melhor desenvolvida. A participação do Doutor Estranho também foi muito boba -- ele simplesmente não precisava estar ali. Acho que só fizeram isso para conectar com aquela cena extra do filme deste herói, achei que ele teria mais participação, que se envolveria na trama. Mas não é o que acontece.
Gostei de como desenvolveram o Ragnarok, o evento final que, segundo a mitologia nórdica, representa o fim dos deuses. Ao menos fugiram do clichê clássico de simplesmente encontrar um poder secreto que estava em seu interior e então vencer o vilão por pura força de vontade. A vitória vem, mas o sacrifício é grande.
Como não podia deixar de acontecer, o filme traz algumas cenas que só quem acompanhou tudo até agora sabe o que significa -- como quando Hela entra no cofre de Asgard e podemos ver ali alguns itens muito importantes na franquia (que eu não vou citar, apenas prestem atenção -- se bem que já devem imaginar). E de novo, como não poderia faltar, temos as cenas extras. São duas -- uma depois dos créditos iniciais e muito significativa para o enredo geral da franquia, e outra lá no final, após os créditos, mas essa é dispensável, apenas uma brincadeira com um dos personagens secundários do filme.

sábado, 28 de outubro de 2017

Mais Notícias BC#15

Semana passada, meu progresso com a BC#15 não avançou quase nada -- mas com o cancelamento da atividade que estava prevista para essa semana no escritório, pude avançar um bocado. A aventura  Expedição a Vârfulciori já está pronta, restam apenas algumas revisões finais. E a outra aventura, aquela que eu só tinha uma ideia e nem tinha começado a escrever, já teve sua escrita iniciada. Ainda estou indeciso sobre o título, mas posso adiantar que ela se passará logo depois de Refúgio Vermelho (publicada na BC#14), será bem simples, com um objetivo claro e fácil, mas exigirá certa cooperação dos PJ no uso de perícias. Na verdade, personagens inteiramente focados em combate e com modificadores baixos em certas perícias terão bastante dificuldade em realizar a tarefa. Claro que terão algumas batalhas também, mas elas não serão o foco.

Também fiz algumas modificações naquele mapa de batalha que mostrei na outra postagem -- depois que imprimi, percebi que os espaços dos quadrados estavam ligeiramente menores do que deveriam, então precisei fazer adaptações. Mas acho que ficou legal.

Ah, e quem quiser divulgar sua marca, produto ou blog, pode entrar em contato pelo nosso e-mail (beholdercego@gmail.com) para anúncios gratuitos.

sábado, 21 de outubro de 2017

Conheça a Forja Profana

Quem acompanha a página da Beholder no Facebook (sim, pois é, agora temos uma página no Facebook) já deve ter ouvido falar da Forja Profana. Para quem ainda não viu, aqui vai.

Forja Profana é um projeto de financiamento coletivo que visa trazer ao mercado miniaturas colecionáveis de RPG e board games. Os financiadores do projeto terão direito a receber uma ou mais miniaturas (de acordo com o valor de apoio), com previsão de entrega por volta de julho de 2018. Os recursos obtidos com o financiamento coletivo serão usados para aquisição de maquinário e matéria prima para produção das miniaturas (e pagamento ao Catarse, onde o financiamento ocorre).

As fotos e videos que vem sendo apresentados mostram miniaturas de excelente qualidade, principalmente as pintadas. Se você gosta de miniaturas, dê uma olhada no projeto Forja Profana.

sábado, 14 de outubro de 2017

Você sabia...

A aventura Terror em Brumaluna, cuja primeira parte saiu na BC#14, tem como proposta criar um clima de assombração e mistério, fazendo com que os heróis enfrentem criaturas ligadas a poderes sombrios. A principal inspiração para ela foi o clássico Drácula, que eu tinha lido fazia pouco tempo (junto com Frankestain e O Médio e o Monstro, no belo box Mestres do Terror). Por isso a aventura tem várias referências à obra literária, vocês perceberam? Não? Então aqui vão algumas delas.

Vamos começar com o Conde Jonathan van Stoke. Não repararam no nome dele? Bem, para quem não sabe, Jonathan Harker é um dos protagonistas de Drácula, uma obra de Bran Stoker. Entenderam agora?

O sobrenome Harker também aparece na aventura: Samantha Harker, esposa do Conde van Stoke e mãe de uma das vilãs, Lady Lucy. Lucy, aliás, que é também o nome de uma das protagonistas da obra de Bran Stoker -- Lucinda Westenra.

O Castelo Vârfulciori tinha um outro nome na primeira versão da aventura, mas eu não gostava muito dele. Queria algo mais ligado ao romance. Mas o quê? Aí tive uma ideia. Na aventura, o Conde van Stoke diz que o nome do castelo significa "pico dos corvos" em algum idioma desconhecido. Já experimentaram jogar no Google Tradutor? No idioma Romeno, falado na Romênia e na Moldávia (incluindo a Transilvânia, terra do famoso vampirão) vârful significa "pico" e ciori significa "corvo". Aí está a origem do nome.

Por fim, na segunda parte teremos um personagem chamado Lucas Bersicker. Mas este eu não vou falar muito, apenas que há um... "personagem" com o nome Bersicker em Drácula. Se conhecerem o personagem (ou se pesquisarem a origem do nome) vão ter uma boa ideia de "o que" ele é...

sábado, 7 de outubro de 2017

Prévia da BC#15

A Beholder Cego #15 já está em produção e como eu não me aguento, resolvi postar uma provinha do que está sendo preparado -- incluindo uma imagem em baixa definição que vai estar na revista (em alta definição, não se preocupem).

Miniaturas & RPG: uma pequena discussão sobre o uso de miniaturas em partidas de RPG e o que temos disponível no mercado.
Dragões Metálicos: com regras para TRPG, seguindo o mesmo padrão apresentado na BC#14.
Expedição a Vârfulciori: continuação de Terror em Brumaluna, publicada na BC#14.
Lá e De Volta Outra Vez: um pouco mais sobre a criação de comunidades, complementando a matéria Um Bom Lugar para Viver... (BC#14).
Encontro Aleatório: um encontro de NE 1 com kobolds, mas um um pouquinho diferente...

Também haverá uma outra aventura, que ainda não defini título e nem comecei a escrever. A previsão é ter tudo liberado até dezembro. Espero que gostem.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Enquete

Uma atualização rápida. Resolvi criar uma enquete sobre a questão do financiamento coletivo. É mais rápido e fácil, não precisa parar e escrever alguma coisa, basta clicar. Claro, quem quiser mandar mensagens é sempre bem-vindo. Só peço que votem apenas uma vez. Até porque é só para eu ter uma ideia geral, a única coisa certa é que a Beholder Cego continuará a ser uma revista de distribuição gratuita.

sábado, 30 de setembro de 2017

Opinião dos Leitores Sobre Financiamento Coletivo

Queria a opinião de vocês, leitores para algo que estava pensando.

Bom, quem leu minha postagem de retorno da Beholder Cego sabe que quando comecei a escrever a nova Beholder Cego tinha a ideia de tornar ela um pouco rentável para mim, mas sem custo para os leitores; não queria que a Beholder Cego ficasse restrita a quem pagasse por ela. Então quando tudo deu errado com o Google AdSense, decidi abandonar a ideia e continuar a disponibilizar a publicação livremente sem nenhuma renda para mim.

Mas como eu disse, ter alguma renda (por menor que seja) é sempre um incentivo a continuar a produzir material, então eu ainda procurava por um meio de tornar a BC rentável. Em um comentário, o usuário Joni Tamagushi sugeriu fazer um projeto no Padrim e eu resolvi dar uma olhada. Como eu disse na tal postagem de retorno, queria evitar um financiamento coletivo porque não sabia bem se conseguiria manter periodicidade (embora acho que talvez consiga manter algo a cada três meses, talvez dois -- mensal por enquanto é complicado por causa do meu trabalho). Além disso, não conseguia pensar em "recompensas" dignas para os apoiadores. Até que, olhando alguns projetos, tive uma ideia.

Estou pensando em criar um financiamento coletivo recorrente (no Padrim ou no Apoia-se, ainda não sei), mas mesmo assim manter a Beholder Cego disponível para todos, mesmo aqueles que não forem apoiadores. "Então porque eu me tornaria apoiador se não receberia nada em troca?". Realmente, não tenho muitas "recompensas" a oferecer, exceto incluir uma página de agradecimentos, a possibilidade de incluir um logo ou marca na revista e blog como apoiador (para quem tiver empresas ou lojas, mesmo que não tenha nada a ver com RPG -- se receber apoio de uma empresa de cosméticos, até o logo deles apareceria na revista) e, por fim, o que acho que deve interessar mais aos leitores, participação em promoções. De tempos em tempos, quando determinada meta for cumprida eu realizaria um sorteio entre os apoiados de algum item relacionado ao RPG ou universo geek, como livros, miniaturas, material de apoio, mapas de batalha impressos, etc.

A ideia, também, é manter o valor de apoio bem baixo -- iniciando em R$ 1,00 e indo até um máximo de R$ 10,00, tornando acessível para todos os públicos. Ah, e quem apoiasse com valores maiores teria mais chances nos sorteios, claro.

Queria saber a opinião dos leitores do blog e da revista sobre isso. Quem tiver algo a dizer, pode deixar nos comentários ou enviar por e-mail (beholdercego@gmail.com). Toda opinião é bem vinda.

Ah e pra não perder o costume: essa semana não trabalhei muito nas matérias da revista porque estava em campo, mas consegui umas imagens muito interessantes e criei alguns mapas que achei muito legais. Quem gosta de miniaturas vai gostar da BC#15.