sábado, 16 de setembro de 2017

Suplemento para a BC#14

Eu tinha prometido tentar manter o blog mais ou menos atualizado... e quero manter a palavra. Essa semana trabalhei um pouco na continuação da aventura Terror em Brumaluna para a BC#15 e também nas estatísticas de um novo monstro -- embora ainda não sei o que vou fazer com ele. Mas também fiz uma outra coisinha.
Quando estava criando a BC#14 eu queria fazer um pequeno mapa da região de Brumaluna, para ilustrar um pouco o cenário. Só que o resultado ficou tão horrível que eu desisti, iria tentar de novo mais tarde. Encontrei um novo recurso interessante e decidi utilizá-lo para criar o tal mapa.
Então aqui vai um "suplemento" para a BC#14, um pequeno mapa mostrando um pouco da região ao redor de Brumaluna. É bem simples, dispensável para a aventura, só acrescenta um elemento visual legal. Clique na imagem para aumentar.


sábado, 9 de setembro de 2017

Beholder Cego #14

Chegou! Conforme prometido, a Beholder Cego #14 está disponível para download gratuito. Foi uma longa jornada entre começar a desenvolvê-la e enfim terminar a edição, mas gostei do resultado.

Nesta edição:

World of Warcraft: resenha dos livros inspirados no jogo eletrônico.
Dançando com Dragões: regras mais amplas para dragões em Tormenta RPG - e de quebra vários novos talentos para os monstrengos.
Terror em Brumaluna: aventura OGL sem cenário específico para personagens de 3º a 4º nível.
Um Bom Lugar para Viver...: regras para criação de comunidades, inspiradas nas antigas regras do D&D 3.5.
Refúgio Vermelho: aventura para Tormenta RPG para personagens de 1º nível.
Encontro Aleatório: um bando de assaltantes gnolls prontos para atacar os PJ.

domingo, 3 de setembro de 2017

Notícias da BC#14

Eu havia prometido manter o blog mais ou menos atualizado com notícias, mas acabei me ausentando nestas últimas semanas. A verdade é que estive viajando a trabalho e sem o computador, apenas o celular para acessar a internet (e meu celular é péssimo para fazer qualquer coisa além de olhar e-mail).

Mas resolvi postar alguma coisa só pra dizer que a BC#14 não foi alarme falso. Eu queria disponibilizá-la esse final de semana, mas como não tive o computador para fazer as revisões finais, não tive como concluí-la. Então vou ter que deixar para a próxima semana. Agora está acabando, só falta revisar a última matéria e editar a paginação.

Aliás, ainda temos um pequeno espaço para anunciantes. Se alguém quiser divulgar seu produto ou marca em nossas páginas, ainda dá tempo de fazê-lo, basta entrar em contato (nosso e-mail está ali do lado, mas vou repetir: beholdercego@gmail.com).

Por hora é isso. Aguardem por mais.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Abra o Olho: a Beholder está Voltando!

Sete anos depois do lançamento da BC#13 (isso mesmo, sete anos!) a revista Beholder Cego dá uma nova arfada de ar e mostra que ainda tem alguns Pontos de Vida guardados. Ou talvez tenha sido uma magia de ressurreição, quem vai saber?
O fato é: estamos voltando!

Calma lá, não vamos com muita sede ao pote. Sim, depois destes sete anos sem nada no blog ou mesmo em qualquer canal ou site de RPG, enfim estou lentamente retornando às minhas antigas atividades de RPGista. Cabem, obviamente, algumas explicações.

Beholder Cego? Que diabos é isso?
Para os recém-chegados: a Beholder Cego é uma das primeiras (senão a primeira) revista on-line de RPG totalmente criada e disponibilizada no Brasil. A edição 00 data de novembro de 2004, quase 14 anos atrás. Minha ideia na época era criar uma revista que oferecesse gratuitamente material de suporte para jogos de RPG e outros relacionados: aventuras, novas regras, monstros, personagens, resenhas, notícias... As primeiras edições eram muito simples e bem amadoras; mas com o tempo a revista cresceu, ganhou apoio de muita gente e a qualidade aumentou. Matérias de novos escritores, como o Bruno “BURP” Schlatter (hoje autor de livros de 3D&T e Tormenta), novos editores e webdesigners, que deram um novo visual à revista e ao site (fica aqui meu muito obrigado a Geliard Barbosa, Jonatas Fernando e Pablo Urpia, que contribuíram muito para o crescimento da Beholder), e até lojas, empresas e revistas impressas começaram a nos apoiar (novamente, meu muito obrigado à Jambô Editora, à Editora Mantícora e à equipe da antiga Dragon Slayer, que sempre ajudaram na divulgação).
Mas aí eu fui crescendo, as responsabilidades aumentando. Cada vez mais meu trabalho exigia minha atenção. Então veio o mestrado, namoro, carteira profissional assinada, casamento... Não havia mais muito espaço para o RPG, e a Beholder lentamente foi sendo deixada de lado. Não que eu não mantivesse aquele grande desejo de voltar a me reunir com os amigos e jogar, mas era cada vez mais complicado.
Foi ano passado, assistindo à primeira temporada daquele programa Zero 1 da Globo que a fagulha voltou a acender. Não vou entrar no mérito da qualidade do programa, o fato é que houve um episódio em que se falou dos RPGs de mesa (de uma forma um pouco errônea em alguns sentidos, mas enfim). Fato é que a matéria chamou a atenção de minha esposa! Pois é, ela gostou e pediu que eu ensinasse um pouco sobre RPG. Gostou especialmente das miniaturas, e eu tinha várias guardadas. Também, já fazia algum tempo que o irmão dela demonstrava interesse em aprender a jogar Tormenta RPG, mas eu nunca me mexia para ensinar. Decidi deixar a preguiça de lado, arregaçar as mangas e preparar alguma coisa. Tivemos algumas partidas rápidas (nas quais eles acabaram morrendo, mas deu para sentirem o clima; e gostaram!), depois meu cunhado trouxe outros amigos interessados e pronto – tínhamos um novo grupo de jogo (ou ainda em formação, melhor dizendo).
Lentamente comecei a ler o que tinha de novo no mercado: Tormenta RPG cheia de suplementos novos, D&D em sua 5ª Edição, centenas de novos blogs, sites e muito mais. A volta da saudosa Dragão Brasil! Descobri até uma Taverna Beholder Cego – que não tem nenhuma ligação com nossa estalagem, antes que perguntem; mas os caras são muito gente boa e tem coisas bem legais no site deles, sugiro que deem uma olhada. Tudo isso me ajudou a renovar o ânimo e as ideias. Quando percebi, estava escrevendo material de suporte para TRPG! Daí a escrever novas matérias para a Beholder foi um pulo.
O resultado foi uma nova edição da Beholder Cego – que eu pretendo disponibilizar em breve.

Uma nova Beholder? Nova como?
A nova Beholder Cego será um pouco diferente do que os leitores mais antigos estão acostumados.
Primeiro o formato: wide screen, o mesmo utilizado na BC#13. O tamanho da folha ainda é o bom e velho A4, caso alguém queira imprimir, mas agora pelo menos está mais fácil de ler na tela do PC. Considerando os avanços atuais na tecnologia, creio que essa seja mesmo uma tendência e torna tudo mais prático, principalmente para quem lê em tablets e celulares.
Segundo, o visual agora será bem mais simples e modesto, editado no Word mesmo. Por que isso? Porque parte do material será desenvolvido nos horários de intervalo no escritório onde trabalho, e lá não tenho programas muito sofisticados. Além disso, gostei do visual clean quando ficou pronto.
Terceiro, não teremos mais seções fixas. A ideia das seções, proposta pelo Pablo Urpia lá na BC#03, é ótima e dá uma cara de revista oficial. Com o tempo, porém, a ideia acabou me atrapalhando, se tornando um limitador: a cada edição eu precisava escrever algo que se encaixasse dentro de uma seção específica, e às vezes eu simplesmente não tinha ideia nenhuma. Sem as antigas seções eu fico com maior liberdade para escrever aquilo que quiser, e a chance de a revista “empacar” é menor.
Na verdade, isso não é 100% verdadeiro. Há uma “seção” que eu pretendo que se torne constante na Beholder: Encontro Aleatório. Em cada edição, pretendo descrever um encontro aleatório, com estatísticas das criaturas, diagrama de combate, táticas, tesouros... Algo que o mestre pode simplesmente pegar e inserir em uma aventura qualquer. A ideia é desenvolver não apenas desafios de combate, mas também desafios que só possam ser vencidos com perícias ou estratégias (não garanto que eu vá conseguir, mas é a ideia).
Quarto, pretendo evitar adaptações. Não tenho nada contra elas, mas eu mesmo raramente as utilizo. Quero que a nova fase da Beholder seja prática e rapidamente aplicável na mesa de jogo, mesmo em uma campanha já em andamento. Justamente por isso uma das coisas que quero focar bastante a partir de agora são as aventuras: nesta nova fase eu espero ter pelo menos uma aventura em cada edição da Beholder. A edição #14 já conta com duas (uma delas dividida em duas partes), e outras já estão crescendo em minha mente.
Quinto, sistemas. Este é um tópico que deve desagradar a alguns leitores antigos. Como a maioria sabe, eu gosto de Tormenta RPG e jogos OGL – por isso estes serão os sistemas mais frequentes dentro da revista. Algumas aventuras e material genérico que use regras OGL (muitas vezes usando as regras de TRPG como base) também serão comuns. Não que não possa aparecer algo para 3D&T ou algum outro sistema, mas devo admitir que eles não serão o foco.
Sexto, não teremos mais uma seção de notícias. A internet abunda de site e blogs com notícias de todo tipo no universo do RPG, então acho essa seção dispensável em nossa revista. Claro, não significa que não possam surgir resenhas ou comentários sobre futuros lançamentos, mas uma seção inteira dedicada a notícias rápidas sobre o universo do RPG... bem, isso nós não teremos mais.
E por último, não esperem uma periodicidade definida. A BC#14 levou quase meio ano para ser concluída, devido a uma série de imprevistos que ocorreram desde que comecei a escrever. A próxima edição deve demorar um pouco menos, mas não vou prometer nada. Tentarei manter o blog relativamente atualizado, mantendo os leitores informados do andamento de tudo, mas as edições da revista mesmo podem demorar a sair.

E quanto isso vai custar?
Nada. Talvez no máximo uma conta no Facebook, Twitter ou Gmail para fazer o download pelo 4Shared.
Quando comecei a escrever a nova BC procurei por formas de tornar sua produção um pouco “rentável” para mim – afinal, um retorno financeiro é um incentivo a mais. Primeiro pensei em torna-la um “financiamento coletivo” como muitos projetos que tem surgido pela internet (a própria Dragão Brasil é hoje um financiamento coletivo), mas acabei desistindo. O principal motivo foi a periodicidade incerta: eu realmente não teria como dispor de mais tempo para produzir a revista, e acabaria não conseguindo cumprir prazos. E aí seria muita sacanagem prometer uma coisa, cobrar e depois não cumprir – para mim, honestidade é essencial.
Então decidi que investiria no Google AdSense, algo que não teria nenhum custo para os leitores, mas renderia umas PO para mim – mas eles decidiram cancelar minha conta, e não me autorizaram a criar outra. Fiquei desanimado, quase desisti de tudo, mas aí pensei: desde seu surgimento a Beholder Cego foi concebida para ser algo gratuito, produzido por prazer. Mesmo assim, ela me abriu algumas portas e me permitiu conhecer bastante gente nesse meio e até publicar alguns livros de RPG (como A Libertação de Valkaria e Guia dos Dragões). Então porque não voltar a produzi-la por puro prazer?
Bem, que assim seja. A Beholder Cego vai voltar à rede, inteiramente gratuita e sem fins lucrativos (ao menos por enquanto). Vamos ver no que vai dar...

E quando ela vai ao ar?
Em breve.
Na verdade, a BC#14 já está pronta, restando apenas alguns toques e acertos finais. Neste momento estou fazendo algumas revisões nos textos e já trabalhando na BC#15 (que já tem três matérias prontas e outras encaminhadas na minha cabeça). Então não deve demorar. Mas também não quero lançar uma atrás da outra, pretendo dar um tempinho entre elas.
Enfim, isso é o que tenho para hoje. Logo, logo a BC#14 estará disponível para download gratuito aqui no blog, então fiquem atentos.
Sejam todos muito bem-vindos... de novo!

sábado, 21 de maio de 2011

Beholder Cego 13: Ainda Estamos Aqui

Depois de muito tempo sem dar notícias, a Beholder Cego resurge com uma nova edição. Esta edição estava sendo preparada desde 2009, com várias novidades, mas por uma série de problemas pessoais não foi concluída. Mas como eu gostei muito da matéria de capa, resolvi que valia a pena terminar de editar e lançar no blog. Então aproveitem.
Mas novamente aviso, não contem com novas edições para breve. As coisas estão bem apertadas, e bem difíceis, por isso dificilmente surja algo nos próximos meses.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Mapa - A Masmorra da Morte

E a série de mapas continua. Agora é a vez da Masmorra da Morte, o 3º volume da série Fighting Fantasy, lançado pela Jambô. Para mim, esse é um dos mais desafiadores títulos da série, bastante difícil de ser cumprido. Não que o labirinto seja difícil, mas sim porque os desafios são bem complicados. O mapa pode ajudar um pouco aqueles que cansaram de se perder nesse grande labirinto - mas não pensem que isso resolve tudo. Mesmo conhecendo muito bem o labirinto, penei pra conseguir sobreviver do início ao fim. E pra quem não sabe, o labirinto descrito nesse livro-jogo é apenas a sua primeira versão - existe um outro livro-jogo onde você precisa explorar novamente a masmorra, agora redesenhada pelo Barão Sukunvit. Trata-se do Prova de Campeões, um título que nunca joguei e espero anciosamente pelo lançamento por parte da Jambô.
Espero que estejam gostando dessa série de mapas. O próximo (e, por enquanto, último) da série será a Floresta de Darkwood, de um livro-jogo que ainda nem foi lançado pela Jambô.
E se tudo der certo, e eu conseguir mais um tempinho livre (e minhas idéias não se perderem), logo devo trazer uma novidade interessante aqui pro blog. Fique ligado.

domingo, 29 de agosto de 2010

Mapa - Porto Areia Negra

Dando continuidade à série de postes de mapas da série Fighting Fantasy, trago o mapa do Porto Areia Negra (ou Porto Blacksand, como era chamado na versão da Marques Saraiva). O mapa traz, na verdade, apenas uma pequena parte da cidade (a parte que o jogador percorre no livro-jogo A Cidade dos Ladrões); o porto completo é bem maior, e aparece em alguns títulos da série (como Titan: o Mundo de Aventuras Fantásticas, que descreve o cenário, e o segundo livro da série Avançada, que leva o nome da cidade: Blacksand!). Divirtam-se.